quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

...a pequena pedra e as sombras...


...a luz como contador de histórias...

...lugar sem pressas... ...um Verão passado, num olhar outonal...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

...ama...


...a solidão passou por aqui...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

...o banco de veludo...



Olympus E-410;
ISO 100; f/5,6; 1/169seg;
RAW/ORT covertido e processado a P/B no PS/CS3,
tratado posteriormente no ACDSee Pro3

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

... small devil walking on an altered cross...


Olympus E-410;
FL 42mm;
1/125;
f/10;
ISO 400;
ACDSee Pro 3

domingo, 27 de dezembro de 2009

...reticências...


(Olympus E-410; 1/250; f/11; ISO 100; Photoshop Cs4)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Luz Dura


Iso 64; f/8; 1/160s
Olympus u9000
TDI: ACDsee Pro 2.5

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Vanitas II


De como no meio de "flores" a lucidez nos faz perder a cabeça...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vanitas




«(...)Se o quotidiano lhe parecer pobre, não o acuse: acuse-se a si próprio de não ser bastante poeta para conseguir apropriar-se das suas riquezas. Para o criador nada é pobre, não há sítios pobres, indiferentes.(...)» in "Cartas a um Jovem Poeta" de Rainer Maria Rilke

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Stephen Shore



Quem disse que uma Banca Técnica era uma câmera fotográfica velha???

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

Paisagem Metafísica


Mais uma homenagem aos Pintores Metafísicos Chirico, Morandi e Cárra.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Entre as árvores rumorosas...

ÁRVORE RUMOROSA

Árvore rumorosa pedestal da sombra
sinal de intimidade decrescente
que a primavera veste pontualmente
e os olhos do poeta de repente deslumbra

Receptáculo anónimo do espanto
capaz de encher aquele que direito à morte passa
e no ar da manhã inconsequentemente traça
o rasto desprendido do seu canto

Não há inverno rigoroso que te impeça
de rematar esse trabalho que começa
na primeira folha que nos braços te desponta

Explodiste de vida e és serenidade
e imprimes no coração mais fundo da cidade
a marca do princípio a que tudo remonta

in «Homem de palavra[s]» do poeta Ruy Belo